A Bizu lê as conversas da sua imobiliária e mostra quem visitou e sumiu, qual proposta ficou no vácuo e qual lead ainda está vivo. Quando um cliente esfria, ela dá o primeiro toque pra reabrir a conversa. Ela acende, o corretor fecha.
A venda de imóvel quase nunca fecha na primeira conversa. Ela fecha no quinto retorno, no acompanhamento que ninguém teve tempo de fazer. No volume de visita, lead e proposta, é o esquecimento que custa a comissão, não a falta de interesse do cliente.
O cliente saiu da visita animado, disse que ia pensar e sumiu. Dois dias viram duas semanas, ninguém deu o retorno na hora certa e quando você lembra, ele já fechou com outro corretor. Não foi falta de interesse, foi falta de um toque no tempo certo.
Você mandou a proposta, o cliente leu e silenciou. Aquele negócio que estava quase fechando descarrila no silêncio, porque entre uma visita e uma captação ninguém tem cabeça pra lembrar de cobrar resposta de cada proposta em aberto.
Quem está quente, quem esfriou, quem ainda está procurando: tudo está na memória de um corretor que toca dez negócios ao mesmo tempo. Quando o vendedor sai da imobiliária, o histórico daqueles clientes vai junto e a empresa começa do zero.
Ela acompanha as conversas do WhatsApp sozinha, sem você preencher nada. Mostra onde cada cliente parou e dá o primeiro toque quando alguém esfria. Quando o cliente responde, ela para na hora e a conversa volta pro corretor.
A Bizu acompanha o WhatsApp da imobiliária por dentro. Entende quem visitou, quem recebeu proposta, quem pediu mais opções e há quanto tempo cada cliente está sem resposta. Zero planilha, zero preenchimento manual de funil.
Todo dia ela aponta os clientes que estão esfriando: a visita que virou silêncio, a proposta sem retorno, o lead de lançamento que ninguém tocou. Você bate o olho e sabe exatamente onde gastar o tempo do corretor.
Quando um cliente some, a Bizu dá o primeiro toque pra reabrir a conversa, no tom de quem só quer saber se ainda faz sentido. No instante em que o cliente responde, ela para. Quem conduz a conversa, mostra o imóvel e fecha é o corretor. A Bizu nunca negocia no seu lugar.
São os sinais que se perdem no meio de dezenas de conversas abertas. Os trechos abaixo são exemplos ilustrativos do dia a dia de uma imobiliária.
Cliente saiu da visita do apê de 3 quartos há 6 dias dizendo que ia conversar com a esposa. Ninguém retomou desde então.
Proposta enviada na terça, lida no mesmo dia. Quinta sem resposta e sem nenhuma cobrança do corretor.
Cliente perguntou por outras opções no mesmo bairro há duas semanas e não recebeu nenhuma nova sugestão.
Interessado no lançamento pediu tabela de preços, recebeu e sumiu. Está há 9 dias sem nenhum toque.
Cliente travou na pergunta sobre entrada e parcelas e a conversa morreu ali, sem ninguém esclarecer.
Comprador de imóvel de alto padrão sumiu depois da segunda visita. Esse perfil espera continuidade e ninguém retomou.
A diferença não é mais uma ferramenta pra preencher. É a imobiliária parando de perder cliente por esquecimento.
| Como é hoje | Com a Bizu | |
|---|---|---|
| Cliente que visitou e sumiu | Some no meio das conversas até alguém lembrar, geralmente tarde demais | Aparece na lista de quem esfriou e recebe o primeiro toque pra reabrir |
| Proposta enviada | Fica no vácuo até o corretor lembrar, se lembrar | A Bizu mostra a proposta parada e dá a fagulha pra retomar o papo |
| Funil de clientes | Mora na cabeça do corretor e em conversas soltas | Visível por inteiro, lida automaticamente das próprias conversas |
| Reativar quem esfriou | Mensagem genérica enviada na correria, quando dá tempo | Primeiro toque no tom certo, e o corretor assume assim que o cliente responde |
| Corretor sai da imobiliária | Leva o histórico e os contatos junto | O histórico das conversas fica com a empresa |
A Bizu mostra quem visitou e sumiu, qual proposta ficou no vácuo e quem ainda está procurando. Ela acende a primeira fagulha. Seu corretor fecha.